Museu Sete Quedas recebe melhorias

Nesta semana, no dia 18 de maio, foi comemorado o Dia Internacional do Museu. O objetivo da data é de incentivar a população ao hábito de visitar e apreciar os museus e a rica carga histórica cultural que neles contêm. 
 
A Secretaria de Turismo, Esporte e Cultura, que tem realizado grandes melhorias no espaço, todos os anos realiza uma série de atividades durante toda a semana em alusão a data a fim de fomentar a visitação. O Museu, que já se encontrava fechado para visitação devido as reformas, ainda não possui previsão para retorno das atividades em razão da pandemia causada pelo Coronavírus.
 
O edifício histórico de 1902, com 118 anos de idade, se tornou a sede do Museu Sete Quedas em 2006 e permanece no mesmo local até hoje. O prédio passou por diversas melhorias ao longo dos anos, tanto estrutural quando na parte de organização e melhorias das salas de exposição. Em 2017, iniciou o procedimento de recuperação dos animais taxidermizados, em 2018 foi realizada a restauração do piso e o tratamento da madeira, e de 2019 até este ano, houve a restauração das portas, janelas e beirais de madeira, colocando em destaque e valorizando as características marcantes do edifício.
 
Foram investidos um total de R$ 44.797,51 no local. Para a realização do processo de Taxidermia, foram R$ 8.400 reais, sendo que, R$5.000 reais foram advindos de um convênio com a Itaipu e outros R$ 3.400,00 reais por meio de recursos próprios. Para a recuperação de portas, janelas, beirais e troca de madeiras podres, foram investidos R$29.688,12 reais e R$ 6.709,39 para reparos de pisos e rodapés por meio de recursos do Município.
 
Histórico do Museu
Em Guaíra, no ano de 1956, foi fundado o Museu Sete Quedas pela família Matsuyama. Na época, antes do desaparecimento das sete quedas, o local era muito frequentado por turistas de todos os cantos do mundo. Devido a pandemia de coronavírus, o Museu encontra-se fechado para visitação.

 

Atualmente, o Museu abriga peças datadas de aproximadamente dois mil anos, marcando a presença do homem primitivo que habitou a região. Nele é possível apreciar objetos de valor incalculável, como a Cruz de Caravaggio, peça com mais de 400 anos, fundida no século XVI como símbolo das Missões e as vestes de padres jesuítas que ajudaram na catequização de índios guaranis, além de imagens de Guaíra no início do século XX e das inesquecíveis 7 Quedas.

 

ASSESSORIA PMG

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